sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aquila

Aquila

Aquila (1970)                    



Banda que lançou seu disco único, no País de Gales, por um preço baixo perante a qualidade. Geralmente definido como art rock, traz fortes influências do Jazz, heavy rock, psicodélico, progressivo. Esse agrupamento foi tão raro que dizem que até a foto do encarte foi feita de recortes dos integrantes.
O líder e autor das músicas foi Ralph Denyer, que fora vocalista e guitarrista da Blonde on Blonde, que ao deixá-la em 1970 formou Aquila com seus velhos amigos. 

É um mistério o que aconteceu com a banda, ainda mais devido ao fato de terem assinado com uma grande gravadora como a RCA. George Lee, instrumentista de sopro, entrou no ARRIVAL, uma colaboração de vocais (Seria este George Lee o mesmo integrante dos Burning Spear, e Toots & The Maytals?);

Fãs de Aquila poderão curtir também Chicago, Traffic e Argent.

Conheça: link 1; link 2!!

++ Blonde on Blonde recrutou um amigo de Denyer, David Thomas enquanto gravavam "Rebirth", seu álbum mais aclamado.
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domingo, 30 de março de 2014

Módulo 1000

Módulo 1000

Não fale com paredes (1970)

Grupo carioca de progressivo/hard rock, formado em 1969, que teve breve duração. O quarteto seguia uma linha pesada com nítidas influências de Black Sabbath e toques de psicodélicos a la Pink Floyd. O Módulo 1000 teve em seu currículo a participação no V Festival Internacional da Canção e o lançamento de um único álbum em 1972, que hoje é um valioso item para os negociantes de LPs raros. Na década de 1990, um colecionador de discos do Rio de Janeiro comprou os direitos do Módulo 1000 junto a Top Tape e transformou o LP em CD com um número limitado de cópias. O CD saiu pela Zaher Zein/Projeto Luz Eterna. Na Europa o disco - Não Fale Com Paredes - tornou-se um clássico. 




Módulo 1000 no Festival da Record (1969)
"Não Fale Com Paredes", o único álbum da banda, um exercício de criatividade instrumental, marcada por riff's marcantes de guitarra que, hoje, pode-se nivelar aos melhores discos do gênero produzidos no país e no exterior. "Turpe Est Sine Crine Caput", cantada em latim, com um impressionante trabalho de guitarra, abre o disco mostrando o que vem pela frente. "Não Fale Com Paredes", com parte da letra de Vitor Martins ("Uma pessoa/É uma figura/É uma imagem/Numa moldura"), em clima de quase hard-rock à la Grand Funk Railroad, expõe a face mais pesada do grupo. E "Espelho" é uma viagem acústica, com vocais suaves, que lembra um pouco a sonoridade dos Mutantes. 


Um aviso na capa do LP reflete a preocupação do grupo com a qualidade de produção: "o tempo de duração de cada face do disco foi limitado a 16 minutos para proporcionar uma excelente reprodução sonora". Objetivo alcançado, pois ainda hoje causa surpresa aos novos ouvintes o resultado final do disco, gravado com as conhecidas condições técnicas nacionais de trinta anos atrás. E por jovens que tinham idade média de 20 anos. 



"Não Fale Com Paredes" também é assíduo frequentador das "wanted lists" (os mais procurados) de colecionadores internacionais de discos raros de música psicodélica e progressiva. Sua capa (em detalhe) está no livro "2000 Record Collector Dream", do austríaco Hans Pokora, e uma de suas músicas - "Lem-Ed-Êcalg (Glacê de Mel, ao contrário) - integra a coletânea "Love, Peace & Poetry - Latin American Psychedelic Music", ao lado da também brasileira "Som Imaginário". 






Mesmo assim, a sina de "Não Fale Com Paredes" parece ser permanecer no anonimato. Remasterizado, com capa original de papel e encarte com as letras, ganhou versão em CD, sem que ninguém tenha se dado conta.
Originalmente gravado pela Top Tape, a reedição caprichada, limitada e provavelmente esgotada é da Zaher Zein/Projeto Luz Eterna. 

Obs: O blog musicalango traz faixas exclusivas, o fino do fino pra você que já conhece esta incrível e indefectível banda. Estas faixa vêm de discos tipo vários autores, e não lançados oficialmente (?). Confira no terceiro link.

Baixe aqui, calango! (Senha: muro)
(Ou pelo Mega) (Senha: muro)
Créditos: murodoclassicrock4.blogspot.com
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sábado, 29 de março de 2014

Vecchio: Afro-Rock (1971)

Vecchio

Afro-Rock (1971)

Com muita percussão, sopros incríveis e um gingado único que o Brasil herdou. No álbum é possível ver influências do Dub, e o tema africano é muito bem explorado com bongos-conga, flauta e órgão funk.

É difícil definir, mas por vezes é considerado Spiritual Jazz.

Selo: Music de Wolfe (UK).

http://www.israbox.com/1146391954-mombasa-2-african-rhythms-blues-1976.html
http://whatsinmyipod.blogspot.com.br/2007/01/vecchio-afro-rock.html
http://contramaoprogrock.blogspot.com.br/2009_03_01_archive.html
http://www.ambientexotica.com/exorev270_vecchio_afrorock/

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